sábado, 5 de maio de 2012
Porto Alegre
Rio Grande – POA
Boa tarde...
Chegamos ao Rio Grande, tche!
Saímos ontem de Blumenau. Viajamos uns 300 km. Dormimos na estrada. Saímos hoje cedo e chegamos aqui. Antes de vir para o hotel fomos almoçar na Churrascaria Portoalegrense.
Ótimo local. Preços bons. Comemos uma costela bovina assada. Estava excelente.
Viemos para o hotel. Estamos no centro. Fui dar uma caminhada pela cidade.
Uma das coisas que eu mais gosto em viajar é conhecer a cultura do local. Para mim, tão importante quanto ver paisagens legais, é viver, pelo menos em parte, como o povo do local vive.
Eu gosto de ler o jornal que eles lêem, ouvir as músicas da região, ouvir as estações de rádio locais,
beber e comer as comidas típicas. Tudo que for diferente eu tô dentro.
A Sam me acompanha nas comidas e bebidas. Aí é uma boa.
A cidade, pelo menos no centro, assemelha-se com suas irmãs BH e Rio.
Vi mais pessoas alternativas (piercing, tatuagens, estilos diferentes). Como nas outras capitais, vi várias lojas de vendas de empréstimo consignado para idosos. Uma fábrica de oportunidades para os filhos e netos bandidos.
Mas agora é 16h. Estou fazendo um alongamento no fígado. Hoje é sexta-feira, estamos de férias numa cidade diferente, vamos sair sem carro, amanhã eu não preciso acordar cedo, tem bares com música ao vivo tocando, os preços daqui parecem bem convidativos, ou seja: tudo conspira para encher a cara. Não vou beber até cair. Mas, acho que umas 10 cervejas das 19h até às 2h da manhã me parecem uma quantidade razoável.
A insustentável leveza do chope (versão 1)
O que você é, é o que você pensa?
O que eles dizem é o que você vê?
Um copo na mão e uma sentença:
Passar a noite inteira com você.
O que você faz é o que você sente?
O que eles sabem você cansou de saber?
Um chope na mão e a indiferença
Tocando o foda-se para o que vão dizer
“bebi, bebi, desfiz uma crença ...
enfim descobri.. o creme compensa” **
** Jose Leite (poeta)
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