terça-feira, 1 de maio de 2012

UBERLANDIA


Uberlândia.
Chegamos na cidade por volta das 13h.
A primeira impressão foi muito boa.  É uma cidade grande, bem organizada, com avenidas largas, viadutos, pontes.  Interessante.

Léo Babão já nos esperava com uma cerveja semigelada que, depois de meia hora,  ficou  no ponto. Pena que ele não está bebendo por causa de um remédio. Mas, eu, como bom amigo fiz o sacríficio de tomar a minha parte e a dele também.

Eu apresentei um grande enigma para Léo: É possível ir em algum bar em Uberlândia e ouvir outro tipo de música diferente de sertanejo?

Bonsai Bar. É a resposta. É onde nós fomos à noite. É, com certeza, um dos 5 bares mais charmosos que já fui. Muito bem decorado. Fotos de revistas de artistas da música e da cultura pop. Mesas e bancos de madeira rústica. Som legal. Banheiro com fotos interessantes.

Ficamos só até umas 23h. Os meninos (Vitor e Isadora) já estavam cansados.

Agora são 06:30 da manhã. Já acordei. Tomei banho. Caminhei pela casa. Procurei um suco na geladeira. Estou desesperadamente querendo sair para comprar um jornal. Mas todo mundo tá dormindo. Vou  tentar acordar Léo sem acordar Eliane e filhos. Não sei se será possível.

Hoje os planos são: ir para AABB; domir depois do almoço; sofrer das 16h as 18h.
Se ganharmos do América eu e o Babão ficaremos, das 18h às 20h,  elogiando o time e fazendo projeções otimistas para o resto do ano. Se perdermos ficaremos, das 18h às 23:50,  falando mal do técnico,  falando mal dos jogadores (alguns em especial), Léo vai pegar no pé do árbitro e colocar a maior parte da culpa nele e eu vou pegar no pé da diretoria anterior e colocar a maior parte da culpa nela.

Ficaremos isolados pois vai chegar num ponto em que a Sam e Eliane não suportarão a conversa, mas nós vamos apenas lançar um olhar superior de "vocês não compreendem a importância do futebol, vocês não compreendem a importancia de uma discução inútil sobre futebol".

Estou pensando em escrever uma letra de música com o título:
"A insustentável leveza do Chope". Acho que vou propor o desafio para Léo Babão, mas ele, sem beber, me parece meio sem inspiração. Vamos ver o que vai rolar. Essa é a primeira vez que penso no nome para uma música e a partir do nome é que pretendo dar andamento nela.

Bom, vou ali tentar acordar o Babão antes que ele acorde a casa toda  com o seu ronco.

Domingo 29 de abril de 2012.

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